Internacionalização

214 milhões de habitantes. 108 milhões na força de trabalho. R$ 8,6 trilhões de potencial de consumo.

Assessoria completa para empresas latino-americanas e globais que estão avaliando, entrando ou já operando no Brasil.

IPC Maps 2026 · IBGE, PNAD Contínua fev–abr/2026
A travessia

Apoio completo na travessia

Da decisão de entrar até a operação faturar.

  1. O Brasil é o maior mercado do Mercosul — e o que menos tolera lógica de entrada copiada do resto da região. Material, contrato, canal e time de vendas precisam ser refeitos, não adaptados.
  2. Para as empresas chilenas, o Brasil não é mais um mercado. É o principal do mundo. US$ 37,9 bilhões investidos, 28% de tudo que o Chile aplica fora do país, mais de 130 empresas chilenas e cerca de 260 projetos em operação.
  3. As classes A e B são um quarto dos domicílios brasileiros, com renda entre US$ 1.360 e US$ 5.190 por mês — e respondem por 55,9% de todo o consumo do país.
  4. O Sudeste — São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Espírito Santo — sozinho é 48,1% do consumo nacional. O que transforma a fragmentação de problema em estratégia de entrada.
  5. Registro setorial define o seu cronograma, não o seu plano. ANVISA, MAPA, INMETRO, Radar para importar: o prazo regulatório é o prazo real do projeto.
O QUE FAZEMOS

Onde entramos

  1. Escolha do ponto de entrada Por qual região começar. O Brasil não é um mercado — são vários, com regimes tributários, canais e poder de compra distintos.
  2. Modelo de entrada Distribuição, joint venture, greenfield ou aquisição. A escolha vale mais que a execução, e é a decisão que mais gente toma por inércia.
  3. Estruturação societária e tributária Apoiamos a escolha de parceiros locais para decisões de: holding e operação, escolha de regime, repatriação de resultados, preços de transferência e mapeamento de exposições fiscais e trabalhistas.
  4. Registros e licenças setoriais Escolha de parceiros técnicos locais para apoiar nas aprovações de órgãos governamentais e realizamos o plano para a operação avançar enquanto as licenças seguem o curso de aprovação.
  5. Modalidades de contratação de mão de obra local CLT, PJ, terceirização, employer of record e executivo dedicado. Cada modelo tem trade-off distinto de custo, risco e velocidade.
  6. Sócio, distribuidor e parceiro local Busca, diligência e desenho do acordo. O parceiro certo entrega canal, licença e relacionamento que capital nenhum compra sozinho.
  7. Go-to-market e primeira receita Proposta de valor adaptada, precificação para o poder de compra local, canal e primeiro time comercial — até a operação faturar de verdade.
  8. Governança da operação brasileira O que a matriz mede, quem responde, cadência de conselho ou comitê, e os gatilhos para acelerar, corrigir ou sair.

Trabalhamos ao lado de quem decide, coordenando os especialistas locais de cada frente.

ROTAS

Quatro rotas. A escolha vale mais que a execução.

Rota Quando faz sentido Tempo até a 1ª receita Risco dominante
Distribuição e representação Testar demanda com capital mínimo Curto Perda de controle sobre marca e cliente
Joint venture Ativo local é indispensável — canal, licença, relacionamento Médio Escolha do sócio e desenho da governança
Greenfield Modelo replicável e horizonte longo Longo Custo de estrutura antes da receita
Aquisição Tempo vale mais que capital; posição de mercado é comprável Imediato Valuation, passivos ocultos e integração

Marque uma conversa com nossos sócios

Trinta minutos para entender o seu momento, o mercado que você está olhando e se faz sentido seguir adiante. Se não fizer, dizemos.

Marque uma conversa com nossos sócios

Como podemos te ajudar?

WhatsApp